História da Companhia

 

“Danças no Jardim”

Flic-Flac aparece em Coimbra em 2013, como a primeira companhia de dança amadora desta cidade. É uma companhia aberta sem bailarinos exclusivos o que lhe dá um caracter sempre renovado e pode assim abranger maior número de bailarinos com quem colabora, aproveitando o melhor de cada um para cada trabalho específico. É dirigida pela sua fundadora, Ana Figueiredo – licenciada em Criação e Interpretação da Dança, que assume também o papel de principal coreógrafa.

Esta companhia de dança contemporânea tem como principal missão dar a oportunidade a bons bailarinos amadores dançar em projetos de diversa índole e divulgar o trabalho de novos coreógrafos. Outro dos grandes objetivos desta companhia é permitir a comunidades que, normalmente, têm menor acesso à dança, a possibilidade de se expressar através desta arte, em projetos comunitários e inclusivos. Logo em 2013 apresentou em Coimbra o espetáculo “Natal”, no Museu Municipal – Edifício Chiado e, em Abril de 2014, incluiu o espetáculo “Sons de lá por cá”, organizado pelo Sítio de Sons na Semana Cultural da Universidade de Coimbra.

Ainda em 2014, também em Coimbra, marcou presença nas festas da cidade, com o espetáculo intitulado “Isabel, rainha”, em parceria com o Coro D. Pedro de Cristo e no evento “As três irmãs beatas” no convento de Celas, em colaboração com a Endlessenses.

Em 2015 comemorou o dia mundial da dança no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, com “Danças no Jardim” – dez solos para dez histórias e desenvolveu o seu primeiro grande projeto, “UNIDÁ”, um espetáculo de dança inclusiva que foi apresentado em várias cidades portuguesas em colaboração com instituições que trabalham com cidadãos portadores de deficiência.

Em 2016 criou o espetáculo “No fim do arco-íris” que apresentou no Centro Cultural Malaposta em Oeiras, Lisboa e em Taveiro no Teatro Loucomotiva.

Em Dezembro do mesmo ano, participou no momento cultural do Congresso de Oftalmologia, no Convento São Francisco em Coimbra.

Tem recebido diversos convites para integrar diferentes projetos mas, essencialmente, tem trabalhado para que a dança seja uma atividade presente em Coimbra.